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Carregando...RejuvenescidaHumanaEsqueléticoFilhos de Mah
Enakhra rejuvenescida cabeça
EnakhraMembros
Enakhra rejuvenescida
Uma perigosa e instintiva mahjarrat zamorakiana.
Inglês Enakhra
Lançamento 14 de setembro de 2011
Raça Mahjarrat
Gênero Feminino
Vende Não
De Missão Ritual do Mahjarrat
Localização Ritual do Mahjarrat, Distúrbio de Koschei, Cidadela ymperial
Enakhra cabeça
EnakhraMembros
Enakhra humana
Uma mulher misteriosa de capuz.
Inglês Enakhra
Lançamento 23 de janeiro de 2006
Raça Mahjarrat, desfarçada de humana.
Gênero Feminino
Vende Não
De Missão O Lamento do Escultor
Localização Templo de Enakhra
Enakhra (esquelético) cabeça
EnakhraMembros
Enakhra esquelética
Uma perigosa e instintiva mahjarrat zamorakiana.
Inglês Enakhra
Lançamento 23 de janeiro de 2006 (Atualização)
Raça Mahjarrat
Gênero Feminino
Vende Não
De Missão Ritual do Mahjarrat, O Lamento do Escultor
Localização Ritual do Mahjarrat
Enakhra (Filhos de Mah) cabeça
EnakhraMembros
Enakhra filhos de mah
N/A
Inglês Enakhra
Lançamento 21 de novembro de 2016
Raça Mahjarrat
Gênero Feminino
Vende Não
De Missão Filhos de Mah
Localização Sala do trono de Zaros

Enakhra é uma Mahjarrat Zamorakiana, e atualmente a única fêmea conhecida ainda viva. Embora ela não tenha protagonizado muitos eventos no passado, como outros Mahjarrats, sabe-se que ela construiu um templo em homenagem a Zamorak nos desertos ao sul de Al-Kharid, e é a arquiinimiga de Akthanakos, um Mahjarrat Zarosiano com quem ela tem uma richa de longa data.

História

Chegada a Guilenor

Enakhra, como todos os Mahjarrats, veio do mundo de Freneskae, onde o caos está sempre presente, e eles estavam sob constante ameaça da deusa anciã Mah.

Na Segunda Era, Icthlarin, o deus Menaphito dos mortos, junto de sua irmã Amascut, a deusa da destruição, viajaram para Freneskae em tentativa de procurar um exército para derrotar as forças de Zaros, que havia invadido suas terras. Prometeram mais grandes batalhas e esportes se estes se tornassem seu seguidor e seguirem para Gielinor.

Embora muitos Mahjarrats tenham aceitado a proposta, alguns recusaram, gerando uma batalha entre si, tendo posteriormente, os Mahjarrats a favor da ida à Gielinor vencido. Após a morte de Salisard e sacrifício de Abrogal, os Mahjarrat seguiram para Gielinor, junto dos dois deuses do Panteão Menaphita.

Servindo a Zaros

Depois de algum tempo servindo Ichtlarin, quando os Menaphitas estavam perto da vitória, Sliske, após brigar com Ichtlarin, se aproximou dos aliados de Zaros e articulou uma traição para que os Mahjarrat se unisse ma Zaros, convencendo-os de que seus poderes estavam sendo desperdiçados. Zaros prometeu aos Mahjarrats mais batalhas se eles se juntassem à Zaros. Enakhra e o resto dos Mahjarrats aceitaram e se tornaram uma peça de muito valor no exército Zarosiano.

Quando Tumeken, pai de Amascut e Icthlarin, descobriu a respeito da traição, ele canalizou energia para gerar uma enorme explosão, sacrificando a si mesmo, que erradicaria as forças Zarosianas. Dos mais de 500 Mahjarrat presentes, menos de 50 sobreviveram à explosão, e graças a Azzanadra, que rapidamente criou uma barreira mágica que protegeu os poucos Mahjarrat presentes, incluindo Enakhra, que alguns anos depois recebeu o título de Pontifex, dado por Zaros aos seus mais capacitados aliados, que significa Líder da Igreja.

Templo em homenagem a Zamorak

Na Segunda Era, Enakhra construiu um templo nas profundezas do deserto em homenagem à Zamorak, um Mahjarrat que estava ainda conspirando contra Zaros. Quando ela lhe mostrou o templo, ele desprezou o presente, afirmando que preferia ter uma arma que poderia matar um deus a um templo qualquer.

Pouco antes da traição, Zaros enviou Enakhra em uma missão em um time composto por Zamorak, o Demônio Thammaron, o guerreiro Viggora, o estudioso Perjour e por fim, Carbona. A missão terminou com Carbona queimando um acampamento Fremennik num acesso de ódio.

Nos anos que se sucederam logo após a queda de Zaros e ascenção de Zamorak, Enakhra passou a maior parte de seu tempo perseguindo inimigos de Zamorak e os transformando em pedra, para guardá-los como troféus em homenagem à soberania de Zamorak. Um de seus troféus foi o cavaleiro dos dragões Hannibus, uma criatura a qual ela havia perseguido intensamente antes de conseguir, efetivamente, capturar. Porém, a Mahjarrat acabou não conseguindo entregar esse presente à Zamorak.

Invasores no templo

Posteriormente, ela se isolou no seu templo à Zamorak, e lá passou milhares de anos, os humanos dos arredores de Al-Kharid descobriram que ela estaria "pensando em dar um fim à sua rivalidade com Akthanakos". Pouco tempo depois, ela enganou Akthanakos, atraindo-o a seu templo, e lá o amaldiçoou, transformando ele em um Guarda de ossos que era controlado por ela.

No fim da Quarta Era, uma expedição de cavaleiros de Varrock foram enviados ao deserto para, por razões desconhecidas, destruir Enakhra. Infelizmente (para eles), a expedição foi uma tragédia, e todos os cavaleiros foram mortos, exceto por um, Pentyn, que ela condenou a ficar preso por uma magia anciã que preservava sua vida, mas o mantinha frio, miserável e doente.

Libertação de Akthanakos

Essa parte da história de passa durante a missão O Lamento do Escultor ícone O Lamento do Escultor

Já na Quinta Era, um mago zamorakiano chamado Lazim, estudou no deserto um lugar onde ele sabia que havia um templo destinado a Zamorak. Usando a ajuda de um aventureiro ingênuo, ele conseguiu tirar a cobertura de areia do templo. Porém, as coisas deram errado, pois ao aprofundar-se no templo, o aventureiro foi capaz de libertar Akthanakos. O Mahjarrat e Enakhra, após uma breve briga verbal, se teleportaram para o norte, onde continuariam sua briga. (Onde se passa o Ritual do Rejuvenescimento).

Décimo oitavo Ritual do Rejuvenescimento

Essa parte da história se passa durante a missão Ritual do Mahjarrat ícone Ritual do Mahjarrat

Ao chegar, ao mesmo tempo de Akthanakos no ritual, ambos tiveram um bate-boca, e durante o debate a respeito de quem seria sacrificado, Enakhra obstinou sugerindo Akthanakos e vice-versa, porém, ambos foram ignorados pelos outros Mahjarrats. Durante a briga que houve em seguida, ela batalha com seu rival, embora seja derrotada antes dos outros Zamorakianos. No final, Lucien exibe sua carta na manga: Jhallan, um mahjarrat fraco que ele havia aprisionado, e seria o sacrifício perfeito para o ritual. Assim sucedeu-se, e logo após o evento, três Dragonkins apareceram e mataram Lucien, o Mahjarrat mais poderoso até então, na posse da Pedra de Jas e do Cajado de Armadyl.

Uma vez já tendo recebido os poderes e sob ameaça dos Zarosianos e Dragonkins, Enakhra não possui mais motivos para permanecer lá e rapidamente se teleporta para longe.

Encontrando Kharsai

Essa parte da história se passa durante a minimissão Distúrbio de Koschei

Pouco tempo depois do Décimo Oitavo Ritual, Enakhra (represantando Zamorak) e Akthanakos (representando Zaros) localizam simultaneamente Kharsai, um Mahjarrat sem crença até então, Identificando-o como um potencial aliado, ambos se teleportam até ele para oferecer-lhe propostas. Koschei responde-os violentamente e se declara neutro, sendo o único Mahjarrat a seguir essa ideologia até então, e exige que ambos o deixem só. Deixando algumas ameaças e indiretas, principalmente a respeito do próximo Ritual do Rejuvenescimento, uma vez que ele não teria apoio, Enakhra e Akthanakos teleportam-se para longe. Kharsai então agradece o aventureiro ardiloso que o ajudou a recuperar a memória.

Morte de Guthix

Essa parte da história se passa durante a missão O Despertar do Mundo ícone O Despertar do Mundo

Ao descobrir a localização de Guthix, Enakhra, junto dos outros Mahjarrats e generais Zamorakianos, ataca uma das câmaras na morada do deus do equilíbrio, a fim de matar Guthix, quebrando os éditos para que Zamorak possa retornar.

Ela invade uma das salas de suprimento, a qual o aventureiro deve defender. Enakhra é uma inimiga de nível 98 que possui diversos magos de Zamorak e magos negros ao seu dispor, dispõe de 40.000 pontos vitais e possui dois movimentos únicos, em ambos ela suga a vida do aventureiro para recuperar a própria.

Ascendência de Sliske

Essa parte da história se passa durante a missão Desaparecido, Morte Presumida ícone Desaparecido, Morte Presumida

Enakhra está reunida do lado de fora da reunião, com os representantes de Zamorak, quando o aventureiro e Icthlarin são teleportados para a Cidadela Ymperial. Os Mahjarrats Zamorakianos Zemouregal, Enakhra, e Hazeel estão do lado de fora, sendo bloqueados pelos Irmãos das Catacumbas. Enakhra é desfavorável à ascenção de Sliske à divindade e considera que ele deve ser parado. Assim como todos os outros na Cidadela Ymperial, ela teleporta-se para longe quando o Dragonkin Strisath fica fora de controle.

Tentativa de roubo da Pedra de Jas

Essa parte da história se passa durante a missão Desonra Entre Ladrões ícone Desonra Entre Ladrões

Quando Moia convida o Guardião do Mundo para o esconderijo de Zamorak, o deus do caos conta a ele que precisa de sua ajuda para recuperar a Pedra de Jas de Sliske e requere que o jogador encontre certas pessoas para formar um esquadrão, que o ajudaria a invadir o covil de Sliske, sendo Enakhra um desses aliados. Durante a missão, Enakhra faz uso de força mágica bruta junto do Nômade para ajudar a equilibrar o poder na porta, e enfim, invadirem a base secreta de Sliske.

Lá, dentro, é travada uma batalha entre uma versão sombria de cada um do esquadrão e suas sombras de elite contra eles. Ao derrotarem todos os inimigos Zamorak consegue tocar a Pedra de Jas, embora ele tenha falhado em roubá-la definitivamente.

Sacrifício de Mah

Atenção: os eventos a seguir ocorrem durante Filhos de Mah ícone Filhos de Mah

Durante a Sexta Era, Enakhra e os outros Mahjarrats constatam que seus poderes estavam sendo drenados a uma velocidade incrivelmente rápida, fazendo-se necessário um Ritual do Rejuvenescimento muito precoce. Assim como os Mahjarrats, os deuses Zamorak, Zaros e Seren também estavam tendo seus poderes drenados.

Filhos de mah zemouregal enakhra bilrach

Enakhra durante a missão Filhos de Mah, com Zemouregal à sua esquerda e Bilrach à direita.

Os Mahjarrats zamorakianos, zarosianos, Kharshai e o Guardião do Mundo se reúnem na base do ritual para determinar o que seria feito. Após alguns bate-boca entre zarosianos e zamorakianos, Zaros aparece e os informa da urgência da situação, alegando que seria necessário que todos fossem à Freneskae para que os Mahjarrats não sejam extintos. Eventualmente, os Mahjarrats zamorakianos desconfiaram das palavras de Zaros, acreditando que ele fosse traí-los novamente com falsas promessas. Kharshai então apresenta aos Mahjarrats uma ferramenta capaz de reviver suas memórias do passado, que será utilizada pelo Guardião do Mundo, a fim de que eles consigam se lembrar exatamente do que aconteceu no momento em que Zamorak traiu Zaros.

Após assistirem a cena, as dúvidas apenas aumentaram, e neste momento, Zamorak aparece e compartilha com os presentes sua memória do momento em que esfaqueou Zaros. Kharshai comprova que a memória é legítima, uma vez que ele é o único mahjarrat que não tem motivos para mentir. Até Azzanadra, o mais fiel dos zarosianos, questiona seu próprio deus, após ver a memória exposta por Zamorak. Então, todos decidem ir à Freneskae afim de desvendar os objetivos de Zaros. Já na base do ritual, os dois deuses se desentendem, e Zaros decide matar Zamorak. Derrotado, ele resolve direcionar o poder da sua morte aos Mahjarrats, para rejuvenescê-los.

Surpreso com sua coragem, o lorde Vazio para de drenar a energia de Zamorak e poupá-lo, para que ele não se torne um mártir, tendo o deus do caos sido apenas parcialmente sacrificado no ritual. Zaros revela que Mah era quem estava sugando a vida de todos, e ela teria de ser sacrificada para que todos rejuvenesçam eternamente, sem a necessidade de novos rituais. Todos os Mahjarrats presentes concordam, e Zamorak se sente obrigado a fazer um -pacto com Zaros-, pelo bem dos Mahjarrats.

Após completo o ritual, Mah estava morta, e todos os mahjarrats já possuíam acesso ao seu poder por completo, e uma vez que nunca mais precisariam fazer sacrifícios novamente, estavam a salvo da extinção iminente.

Relação com Zamorak

É fato que Enakhra tem um amor não correspondido pelo deus do caos, desde a época que ele ainda era um Mahjarrat, algo que é confirmado por missões, algumas de suas falas, livros e personagens.


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